segunda-feira, 27 de junho de 2011

A balada indie emo vampire diaries


Esta história não é recomendada para quem tem problemas com sangue. Se você for kiwizinho(a), favor entrar em algum blog de moda.
Tudo começa na Transilvânia 2000 a.C, tão ligado? O McHellsing já estava se aposentando, o coitado não conseguia nem se barbear mais. Cansado de tanto bater nos monstros pai, monstras mãe  e filhote de monstros, ele resolve fazer uma viagem até Uganda para uma temporada de reflexão.
Agora o caro leitor se pergunta: Mas por que raios Uganda, seu idiota nerd vadio?
Ora caro leitor, vai se fuder! A história é minha, se eu quiser mandar o McHellsing pra Plutão, que por sinal nem planeta é mais, eu mando!
Chegando em Uganda, McHellsing contrai malária Tipo Ç -  a mais perigosa porque causa disfunção erétil – e durante um de seus delírios febris e broxantes ele teve uma visão. *CAMERA FOCANDO NA CARA DELE* TCHAN TCHAN TCHAAAAN~~~ Na sua visão ele estava frente a frente com um pai de santo treinado pelo Mestre Ancião de Libra, e o pai de santo havia começado a ensinar um “trabalho” para abrir o purgatório, vulgo lar de todos os monstros.
Alguns dias se passaram, e aquela terra árida já estava chutando os ovos do velho Hellsing. Ele resolver ir atrás de algum pai de santo. Saindo na captura do maluco roots dos dreads molocks, ele acha um bar local chamado “ Preto véi, Branquinha na goela”. Mc se aconchega  no canto mais escuro e úmido, na esperança de ali encontrar não sei o que. Quando estava de saída ele foi puxado pelo braço e ouviu: “ HI HI HI, MEU FÍ!!! Sabia qui ocê ia vi aqui mais cedu ou mai tardi!!! Vem aqui com o seu pretin ( não é funk)!!”
McHellsing voltou pra Transilvânia, realizou o trabalho e trancou todos os monstros no purgatório, mas sabe como é! Como nem tudo é pra sempre, o durepox purgatorial uma hora ia se romper.

2011 d.C
Gumercindo era um cara normal, com amigos normais, uma vida normal ( resumindo, um moleque chato pra CARALHO). A vida dessa peste bubônica era escola, punheta, porn, fap fap fap, escola, fap fap e zzzz. Mas aos finais de semana ele saia pra gandaia, por que adolescente é assim: nunca perde uma oportunidade pra gastar o dinheiro do pai pra ficar loução.
Ele era daqueles indies chatos e como todo indie chato, ele só andava com indies chatos. Tipo uma tribo de tupi-guarani mesmo. Um belo dia, Gumercindo estava fumando seu Black de menta ( por que ele era uma mocinha que não conseguia fumar cigarro de macho) e viu uma saliência na grama. Ao checar a desgracenta da saliência, ele viu uns escritos meio mandarim russo neo- nipônico e resolveu cutucar. Na terceira cutucada e meia, UM FLASHHHHHHHHHHH!!!!! E ele desmaiou.
Acordou no outro dia, com a cabeça latejando e os membros dormentes! Não, não era por causa do flash, foi o Black d menta que deu zica mesmo. E percebeu que nada havia acontecido, fora a saliência em seu quintal que não estava mais lá.
O problema estava de camper, só esperando a primeira oportunidade para dar PT na galero. A saliência na verdade era um durepox purgatorial que estava trancando uma vampira indie, com cara de brava. Ela era meio mutante, conseguia se misturar na sociedade sem muitos problemas, por que os idiotas cientistas do século 21 criaram a porcaria do protetor solar fator 60++, acabando assim com os problemas dos raios UV. Esperta que só, ela sabia quem havia REALEASED THE KRAKEEEEENNNN!!!!! E desde então, acompanhou o cotidiano do menino indie, Gumercindo.
Em um final de semana de junho, em que o frio cortante soprava nos rostos jovens. Eles decidiram ir pra uma balaids. E a vampira com cara de brava foi atrás. Todos curtiram a noite como se não houvesse o amanhã, todos cozidos em vodka, todos embriagados de safadeza. Era a oportunidade que faltava para a vampira. Ela trancou as saídas do local e estripou todos, exceto o Gumercindo. Quando ela se aproximou dele, ele disse: “ uhhhhhh, amigaaaaaaaaa me morde, sua danadinha!!!! Adoro uma chupadinha, mimimi!” A vampira se estressou, e deu um tiro na cara dele.
Até hoje essa história é contada, e ainda não se sabem o por que da cara brava da vampira. Mas dizem que é por que ela só queria esconder os dentes mesmo. ( Quer qualidade vai ler, Bukowski).

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